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Olá amigos.. Esse blog foi criado com o objetivo de trazer mais opções, conhecimento e interação entre os músicos.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Desabafo!!


ACHEI MUITO ENGRAÇADO ESSE DESABAFO DESSA LAURA DE GRASSI!!
Oiie gente.

Vim fazer mais uma postagem hoje :)   [ Pelo menos estou recompensando por não ter postado esses dias né ? ]
Desta vez vou falar sobre música, e outros e os Brasileiros.

Ja notaram que :

Se você curte Restart ou você é Bixa ou você é Emo Colorido.


Se você gosta de Justin Bieber e é um garoto Você é bixa!




Se você torce pro corinthians você é ladrão, ou maconhado.


Se você torce pro São Paulo você é Bambi ou Bixa.


Se você gosta de UM funk, você é Puta ou Muleke zica


Se você ouve um Raggae, PRONTO! Você já é do guetto.


Se você torce pro Palmeiras você é Porco.


Se você tem Franja você é emo.


Se você usa All Star você é emo.

CARALHO! A gente vai fazer o que agora? Se você gosta de uma música você já é definido como tal! Se você torce para um time você já é alguma coisa.  ( Alias uma dúvida é torÇe ou torCe .. coloquei C pq eu acho que é mas .. se eu estiver errada alguem me corrija )

Continuando.

Eu falo isso ainda mais para aqueles amigos babacas ou amigas ... Porra você vai deixar de falar com uma pessoa por por ex. ela torcer para o Palmeiras?  Ou porque ela curti funk?
Que eu me lembre todos temos os direitos de gostarmos, Torcermos, e sermos o que a gente quiser !

Então parem de encher o saco de quando alguém esta ouvindo Fresno e você ve e fica " VOCÊ É EMO "
ou [ Vou usar o meu exemplo ] alguém tem franja você fica la " AI VOCÊ TEM FRANJA, VOCÊ É EMO " !

Parem, isso já deu para encher de mais! Da próxima vez que alguém vier enchendo o saco para mim por alguma dessas coisas que seriam :  Ter Franja, Torcer pro São Paulo e Usar All Start . Eu vou mandar enfiar essa idéia errada no CÚ deles :) ou delas ..




Beijão, quem quiser add para dar sua opnião do Blog  add : laurinha_grassi@hotmail.com ou segue no twitter @laurabatata.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Rock in Rio supera 6 milhões de pessoas no evento em suas 11 edições


Com o primeiro fim de semana do Rock in Rio-  2012, o maior evento de música e entretenimento do mundo ultrapassou os 6 milhões de visitantes. Desde 1985 que cerca de 6.100.300 pessoas marcaram presença nas onze edições do Rock in Rio (cinco em , Portugal; quatro no Rio de Janeiro, Brasil; e duas em Madrid, Espanha).Este número de fãs e seguidores do evento reflete-se claramente nas redes sociais, que funcionam cada vez mais como termômetro da sociedade.
Nas redes sociais – Facebook, Twitter, Orkut, Youtube e Google Plus – o Rock in Rio tem um total de 5.265.463 fãs que acompanham, em tempo real, todas as novidades do maior evento de música e entretenimento do mundo. O Rock in Rio destaca-se dos outros festivais nestes números, o festival mais próximo do Rock in Rio é o Coachella (EUA), com cerca de 1.785.074 seguidores. Em seguida aparecem o Vans Warped Tour (EUA), com 976.579 fãs nas mesmas redes, e o Lollapalooza (EUA, Chile e Brasil), com 869.519 seguidores no total.
Nos dias 25 e 26 de maio, os primeiros do Rock in Rio-Lisboa 2012, a página do Facebook do Rock in Rio-Lisboa teve 770.575 likes, 14 mil comentários e 79.488 menções. Nesta página, foram colocados 869 posts e fotografias e o número de fãs cresceu para 323.528, aumentando 20.000 fãs em dois dias. Também foi observedo impacto no Twitter do Rock in Rio-Lisboa, que tem neste momento 18.710 seguidores.
A página oficial do evento também reflete a adesão do público às manifestações online do Rock in Rio. Os três sitesoficiais do evento – Brasil, Lisboa e Espanha – somam um total de 1.234.304 fãs.
A presença do Rock in Rio em Lisboa também se refletiu no Brasil, a página do Facebook do evento no Brasil registou, nas mesmas datas, 4.284.878 visualizações e alcançou 1.974.344 perfis. Os perfis Twitter do evento em Madrid e no Brasil traduzem também o impacto da edição de 2012 em Lisboa, o Twitter de Madrid tem agora 17.277 membros e o do Brasil 352.600. De fato, nos dois primeiros dias do evento em Lisboa, o Twitter do Rock in Rio Brasil, gerou 4.834.100 visualizações de conteúdo e atingiu 5.111.194 seguidores nesta rede.
No ranking de marcas nacionais da Marktest (Portugal), o Rock in Rio aparece em quatro lugar, atrás apenas dos três principais clubes de futebol portugueses: Benfica (1º), Porto (2º) e Sporting (3º), nos temas mais falados durante a semana de 21 a 27 de maio de 2012.
Nos primeiros dias de evento, a SIC Radical, que transmitiu ao vivo todos os concertos do Palco Mundo, bateu o recorde de audiências, com uma média de 51.800 espetadores no dia 26 de maio, e o canal atingiu o número de 200.000 telespetadores durante o concerto da banda .
Sobre o Rock In Rio
O Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento do mundo, contando com 10 edições realizadas no Brasil, Portugal e Espanha. O festival reuniu cerca de 6 milhões de pessoas, que aplaudiram, ao vivo, 813 bandas. Foram mais de 880 horas de música, com transmissão para mais de 200 países pela TV e pela Internet.
O Rock in Rio também coleciona recordes nas redes sociais, na categoria de festivais de música. Sua página na web já registrou mais de 13 milhões visitantes únicos e suas redes contam com mais de 5 milhões de seguidores.
Utilizando a música como linguagem universal, que une as pessoas em todo o mundo, o Rock in Rio é um veículode comunicação de emoções e causas sociais. Um de seus pilares de comunicação é o projeto social Por Um Mundo Melhor. Criado em 2001, no Rio de Janeiro, o projeto utiliza a música para chamar a atenção das pessoas e sensibilizá-las para ajudar a melhorar as condições sociais a partir de simples ações e atitudes do dia-a-dia. Desde a edição de 2006, em Portugal, a organização considerou os problemas do meio ambiente como um tema prioritário e promoveu diversas ações sobre as alterações climáticas e sustentabilidade. Ao longo desses anos, o evento já gerou €11.853.354,43 para diversas ações. Esse resultado confirma o compromisso de ajudar na construção de um mundo melhor.
O festival acontecerá este ano (2012) em Portugal, Lisboa, nos dias 25 e 26 de maio, 1º, 2 e 3 de junho; e na Espanha, Madri, nos dias 30 de junho, 5, 6 e 7 de julho. O evento retorna ao Brasil, Rio de Janeiro, em setembro de 2013 e também está previsto para ser realizado neste mesmo ano, em outubro, na Argentina, Buenos Aires.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

DIRTY LOOPS - TRIO SUECO FAZ MILAGRES COM LIXO POP


Publicado por- Beto Nascimento
01/062012

Não se deixem enganar pela foto, afinal as aperências enganam...
O Dirty Loops é um Power Trio sueco, que a exemplo da clássica banda progressiva Emerson, Lake & Palmer, dispensa a guitarra para causar impacto e nos deixar boquiabertos tanto com a performance quanto pela qualidade musical.
E realmente fiquei impressionado ao conhecer a banda. há algum tempo vi alguns videos. Fiquei louco!
Os três tocam muito e ainda fazem milagres ao transformar verdadeiras babas do lixo pop, como Rihanna, Jusitin Bieber e Britney Spears, em maravilhas com arranjos sensacionais, demonstrando muita técnica em seus instrumentos, e com o detalhe de que as canções continuarem com a pegada dance, pois os músicos são cheios de groove. Pra entender tudo, confira os videos no fim do post, as imagens e o som falam por si.
O destaque é o baixista. Confesso que não identifiquei de cara, se era um rapaz ou uma menina. Pois o visual Emo de Henrik Linder me confundiu. Mas é um monstro, esbanjando técnica em slaps de tirar o fôlego e em solos sensacionais no seu contra-baixo de 6 cordas.
Aaron Mellergårdh com suas viradas também é sensacional. É impressionante vê-lo solando no meio da música sem perder o principal que é manter o tempo e o andamento dançante. Ou seja, é um baterista virtuoso em sua técnica mas que está sempre preocupado em trabalhar pela banda, e não em aparecer. E paradoxalmente, o cara está sempre em destaque.
Jonah Nilsson nos teclados mostra total domínio do instrumento e o feeling das grandes feras do Jazz. E como cantor? Putz... Nilsson canta pra cacete! Com certeza, ele cantando é capaz de deixar gente como Stevie Wonder cheio de orgulho.
A música Pop está a salvo, graças o talento desse Power Trio que deu novo significado a palavra "power" .
portanto galera essas foram as informações que consegui dessa banda fenomenal. Se alguém tiver outras principalmente sobre a história deles compartilha aê.
Deixem recado no nosso blog, postem etc...

Grande abraço!

"Baby" (Justin Bieber cover):



"Circus" (Britney Spears cover):



"Just Dance" (Lady GaGa Cover ):



"Rude Boy" (Rihanna Cover):



"Sexy back" (Justin Timberlake cover):

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Universo dos Bateristas


Fábrica de fazer barulho
Escrito por: Cinthia Demaria

“Tambor é o termo genérico de uma grande variedade de instrumentos musicais que consistem numa pele esticada sobre um vaso ou uma armação oca, e produz som quando percutido. Esse som é produzido pela vibração da membrana(pele), classificando-o assim como membranofone, dentro de uma larga categoria de instrumentos de percussão”, diz o maior site de instrumentos musicais nacional sobre a bateria.
 Bumbo, prato, pedal, baqueta, barulho. Muito barulho!

Quem nunca vibrou com as batidas finais de uma música? Quem não balança a cabeça com as batidas dos bumbos? Quem nunca quis pegar uma baqueta no fim do show?

Diferentes sensações são vividas pelo baterista em suas apresentações. Atrás dos músicos em um show, o baterista assiste o desenvolvimento da banda, e vê o público “bater cabeça” de acordo com o seu ritmo.

Um baterista de Heavy Metal, tem que ter resistência física porque o estilo requer força, velocidade e resistência. A bateria é quem carrega grande parte da sonoridade da banda. O baterista de uma banda de Metal, ou de qualquer outro estilo, deve estabelecer um entrosamento com os outros músicos, sem deixar perder qualquer passagem da música errada, porque uma vez que isso ocorre, o baterista é quem é o responsável por “descomplicar”, acertar e continuar o som.

John Bonham (Led Zeppelin) , Keith Moon (Who), Bill Bruford (Yes, King Crimson, Earthworks) e Ringo Starr (Beatles), são um dos nomes mais influentes para os bateristas que nascem hoje. As performances desses músicos incentivaram grandes bandas e nomearam grandes outros bateristas em bandas de Metal, ou qualquer outro estilo.

A bateria se tornou algo tão curioso, que os bateristas hoje, além de tocarem em bandas, realizam workshops e lotam eventos como esses. Para muitos profissionais, a bateria é talvez o instrumento que melhor possibilite extravasar as energias. “Seja num ensaio ou até num show, tocar batera dá para liberar muita coisa ruim dentro de você”, diz o baterista Guilherme Mitre da banda de heavy metal mineira, Rosa Ígnea, e que toca bateria desde os 15 anos de idade.

Eloy Casagrande é o baterista que hoje toca com a banda de André Matos (ex-Shaman). Para ele, o baterista dá o peso e a pulsação  para a banda de metal.

Muitos bateristas definem o amor pelo instrumento como algo divino, ou um talento que já está na pessoa desde o dia em que começa a ouvir música. Tanto, que  para a maioria das bandas que nascem hoje, a maior dificuldade para tornar o som profissional, é encontrar um baterista bom, competente, e que ame realmente o que faz.

Grande é a força, forte são os ouvidos, e infinita é a curiosidade de conhecer e olhar a fundo o que está por trás de tanto barulho. A certeza, é que a ‘‘bate-cabeça’’, seria impossível sem o “bate-baqueta”!

Nota: Para a produção desse artigo, foram pesquisados sites especializados em bateria, e em portais de referências para grandes bateristas. Foram entrevistados: Guilherme Mitre do Rosa Ígnea, e Eloy Casagrande, que hoje toca na banda de André Matos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Músicos Famosos em fotos do tempo da escola



Avril Lavigne
avrillavigne
Gene Simmons
genesimmons
Eminem
eminem

Tina Turnertinaturner
Benji Madden
benjimadden
Steven Tyler
steventyler
Marilyn Manson
marilynmanson
Madonna
madonna
Jim Morrison
jimmorrison
Prince
prince
Lil Jon
liljon

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pro Tools


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Dez mandamentos para utilizar o Pro Tools

Publicado em 30 Maio 2012 por Beto Nascimento

Banner Pro Class

Para utilizar o Pro Tools com o mínimo de tranquilidade, é importante estar em dia com algumas recomendações da própria Avid. Neste breve artigo, também adicionei algumas impressões pessoais de equívocos comuns que deveriam ser evitados para a utilização mais consistente do software.
1 – Não utilizar o software sem antes fazer os ajustes recomendados pela Avid:
A Avid tem um passo-a-passo (chamados de optmization guides) de como ajustar o seu Pc ou Mac para um melhor rendimento. Acompanhe no link abaixo.

2 – Não operar sem conhecer os atalhos básicos:
Zoom IN/OUT = letras R e T
Intercambiar entre Janelas de Edição e Mix = Crtl/Command + “igual”.
Play e Stop = Barra de espaço
Rebobinar = Enter
Gravar = F12 ou Crtl/Command + barra de espaço ou 3 no teclado numérico.
Fazer uma ação com todos os tracks = faça com o Alt/option apertado
3 – Manter o HD desfragmentado, mesmo no Mac:
No windows, recomendo utilizar o Defraggler (www.defraggler.com).
No Mac, experimente o iDefrag (http://www.coriolis-systems.com/iDefrag.php).
4 – Evite utilizar o vídeo track visualizando frames (thumbnails):
Utilizando a visualização em blocks geralmente é o suficiente, e alivia o processamento de vídeo.
5 – Não utilizar todos os processadores no Playback Engine sem necessidade:
Em Setup > Playback Engine existe um campo chamado “Host Processors”, que erroneamente muitos costumam colocar no máximo. O problema é que isso pode afetar automações, processamento de vídeo e outros softwares rodando em paralelo via Rewire. Só utilize no máximo quando estiver encontrando erros persistentes que estejam ligados ao processamento RTAS.
6 – Evitar atualizações de sistema, a não ser quando recomendado pela Avid:
Uma corrente diz que é importante sempre estar atualizado. Outra corrente diz que se tudo está funcionando, é melhor não mexer. A Avid recomenda que se evite atualizar o sistema (Mac OS e Windows), mas esteja sempre atualizado com as correções das versões do Pro Tools disponibilizadas gratuitamente.
7 – Não gravar no disco de sistema:
A Avid não suporta oficialmente sessões que estão rodando no disco de sistema. Tenha sempre um disco adicional, seja interno ou externo se quiser estar dentro das recomendações mínimas.
8 – Aprender a diferença entre ticks e samples:
Muitas funções dependem de um bom entendimento desse sistema. Ticks é chamado de tempo relativo e está ligado ao tempo musical. Samples é o tempo absoluto que está ligado aos minutos e segundos. Se quiser ser um bom editor, aprofunde-se no conceito de bases de tempo.
9 – Reconhecer a diferença entre Save, Save as e Save copy in.
Para cada um dos casos, existe uma recomendação.
Utilize Save para salvar sua sessão atual.
Já o Save As, salva o arquivo ptf com outro nome mas continua compartilhando os dados da outra sessão. Utilize para salvar várias versões do mesmo projeto.
Já no Save copy in, é possível criar uma nova sessão completamente independente. É um ótimo comando para obter um backup limpo.
10 – Para posicionar o cursor, clicar sempre na régua de tempo:
É possível posicionar o cursor clicando em qualquer track se estiver usando a ferramenta de seleção. Já com o trim, ou grabber, o cursor não será posicionado e você pode acabar fazendo besteiras muito grandes ao clicar em um track. É muito melhor se acostumar a clicar na régua de tempo na parte superior da tela do programa, pois evita qualquer tipo de acidente e funciona com todas as ferramentas de edição.

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Automatic Delay Compensation no Pro Tools 9

Publicado em 06 julho 2011 por Cristiano Moura
Uma das funções mais requisitadas dos últimos tempos pelos usuários do Pro Tools LEé em relação à implementação do ADC, que significa Automatic Delay Compensation. Uma tarefa relativamente fácil para a equipe técnica da Avid, pois esse sistema já existia para Pro Tools HD faz algum tempo.
Muitos nem sabiam muito bem para que servia, mas é aquela coisa… se o “vizinho” tem, eu também quero ter. E era mais ou menos essa a sensação, pois esta ferramenta já é encontrada no Cubase, Nuendo, Logic e Sonar. Então, vamos falar neste artigo um pouco sobre a importância dessa função, agora disponível no Pro Tools 9.
De onde vem o delay que precisa ser compensado?
Ao inserir um plug-in em qualquer track, um pequeno intervalo de tempo é necessário para se processar o áudio. Esse intervalo de tempo resulta em um atraso no áudio a ser produzido, resultando em delay.
Por que o ADC, que existia faz tempo no Pro Tools HD, demorou tanto para implementar no Pro Tools LE?
Os plug-ins RTAS são processados pela CPU do computador, e poucos são os que geram atraso na realidade. Já no Pro Tools HD, os plug-ins TDM são processados por uma placa DSP, que é ligada ao barramento PCI do computador, e esse tráfego entre a CPU e a placa PCI causa atrasos inaceitáveis.
Mesmo micro-atrasos de poucos milissegundos precisam ser compensados?
Sim, mesmo que não seja perceptível auditivamente, atrasos de poucos milissegundos são suficientes para causar cancelamentos de fase em instrumentos que foram captados com mais de um microfone.

Cancelamento de fase
Como saber quanto de atraso meu plug-in está causando?
Pelo menu view > mix window > delay compensation temos uma indicação, em samples, do atraso que a cadeia de plug-ins no insert está causando.
 
Acima, segue um vídeo desenvolvido para a ProClass, no qual demonstro o funcionamento geral do Delay Compensation e problemas que podem ocorrer por conta do atraso gerado por plug-ins.
Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.



Max Rosa Luthier



A arte da luthieria por gerações, foi tradicionalmente transmitida de mestre para aprendiz, em contato direto no mesmo local de trabalho, para que o aluno pudesse vivenciar as muitas etapas na fabricação de um instrumento.
Hoje esta arte está difundida através de vasta bibliografia, antes escassa, e a internet globalizou as experiências individuais, reunindo a metodologia de trabalho de luthiers de todo o mundo.
Meus primeiros passos na luthieria foram dados no curso de restauração que fiz com o luthier Vergílio Lima, por sua vez aluno do mestre Sugiyama, e ali tive o primeiro contato no trabalho fino com madeira, ferramentas, técnicas e vernizes.


Também no curso de luthieria em Demétrio Ribeiro/ES, ministrado pelo querido amigo luthier Luciano Borges, por duas vezes pude vivenciar as etapas da construção da viola caipira e violão clássico, e fazer tantas boas amizades com gente de todo o país que se interessa por esta arte.


Passado algum tempo, adquiri um violão de cordas de aço feito pelo amigo e luthier Rodrigo Moreira, e este belíssimo instrumento me trouxe especial interesse pela luthieria de violões de cordas de aço. Estava com o violão a poucos meses, então fui chamado a mostrá-lo a uma lenda viva da luthieria que esteve em Belo Horizonte.
Assim conheci o mestre Wayne Henderson, considerado um dos maiores luthiers do mundo, e por muitos, o mais talentoso dos Estados Unidos. Com sua grande habilidade manual, utiliza de um simples canivete pra fazer o que a maioria de nós luthiers fazemos com um formão! Estava em companhia de seu amigo inseparável, o luthier Don Wilson, e ambos elogiaram bastante o violão, mas Don deixou claro que se eu estivesse disposto a conhecer profundamente a essência do violão aço, teria que colocar as mãos e ouvidos em um autêntico violão Martin pré guerra, fabricado no final da década de 1930.

Não me contive. Meses depois estava voando para Rugby, Virginia, EUA, e no atelier de Wayne Henderson, tive a verdadeira honra não só de tocar estes violões fabulosos, que chegam a custar o preço de uma casa, mas também de construir um belíssimo modelo D-28 sob a supervisão de ambos, Wayne e Don, seguindo a mesma técnica aprendida dos artesãos que fizeram os violões Martin “pré guerra” se tornarem os melhores “cordas de aço” já feitos.


Após vários dias fazendo longos turnos de trabalho (que duravam até 15 horas por dia), trouxe de volta o violão construído, uma mala cheia de ferramentas e um livro intitulado: Clapton´s Guitar: Watching Wayne Henderson build the perfect instrument. O livro contava o dia a dia no atelier de Wayne na ocasião em que construiu o violão feito sob encomenda de Eric Clapton. Na contracapa, fui agraciado com a seguinte dedicatória:
“To Max. I have enjoyed working with you and getting to know you. You are a great luthier, hope you keep on. Very best wishes. Your friend, Wayne Henderson.”


Max Rosa, Wayne Henderson e Don Wilson

Alguns anos se passaram, e hoje, com mais experiência, tenho buscado colocar minha personalidade nos instrumentos. Agora trabalhando em um novo local totalmente dedicado ao ofício da luthieria, também estou em constante aperfeiçoamento no que diz respeito a ferramentas e máquinas adequadas para ter em mãos o que é necessário para construir instrumentos que superem as expectativas e atendam as necessidades particulares de cada músico.

Max Rosa