Pesquisar este blog

Quem sou eu

Minha foto
Olá amigos.. Esse blog foi criado com o objetivo de trazer mais opções, conhecimento e interação entre os músicos.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

DIRTY LOOPS - TRIO SUECO FAZ MILAGRES COM LIXO POP


Publicado por- Beto Nascimento
01/062012

Não se deixem enganar pela foto, afinal as aperências enganam...
O Dirty Loops é um Power Trio sueco, que a exemplo da clássica banda progressiva Emerson, Lake & Palmer, dispensa a guitarra para causar impacto e nos deixar boquiabertos tanto com a performance quanto pela qualidade musical.
E realmente fiquei impressionado ao conhecer a banda. há algum tempo vi alguns videos. Fiquei louco!
Os três tocam muito e ainda fazem milagres ao transformar verdadeiras babas do lixo pop, como Rihanna, Jusitin Bieber e Britney Spears, em maravilhas com arranjos sensacionais, demonstrando muita técnica em seus instrumentos, e com o detalhe de que as canções continuarem com a pegada dance, pois os músicos são cheios de groove. Pra entender tudo, confira os videos no fim do post, as imagens e o som falam por si.
O destaque é o baixista. Confesso que não identifiquei de cara, se era um rapaz ou uma menina. Pois o visual Emo de Henrik Linder me confundiu. Mas é um monstro, esbanjando técnica em slaps de tirar o fôlego e em solos sensacionais no seu contra-baixo de 6 cordas.
Aaron Mellergårdh com suas viradas também é sensacional. É impressionante vê-lo solando no meio da música sem perder o principal que é manter o tempo e o andamento dançante. Ou seja, é um baterista virtuoso em sua técnica mas que está sempre preocupado em trabalhar pela banda, e não em aparecer. E paradoxalmente, o cara está sempre em destaque.
Jonah Nilsson nos teclados mostra total domínio do instrumento e o feeling das grandes feras do Jazz. E como cantor? Putz... Nilsson canta pra cacete! Com certeza, ele cantando é capaz de deixar gente como Stevie Wonder cheio de orgulho.
A música Pop está a salvo, graças o talento desse Power Trio que deu novo significado a palavra "power" .
portanto galera essas foram as informações que consegui dessa banda fenomenal. Se alguém tiver outras principalmente sobre a história deles compartilha aê.
Deixem recado no nosso blog, postem etc...

Grande abraço!

"Baby" (Justin Bieber cover):



"Circus" (Britney Spears cover):



"Just Dance" (Lady GaGa Cover ):



"Rude Boy" (Rihanna Cover):



"Sexy back" (Justin Timberlake cover):

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Universo dos Bateristas


Fábrica de fazer barulho
Escrito por: Cinthia Demaria

“Tambor é o termo genérico de uma grande variedade de instrumentos musicais que consistem numa pele esticada sobre um vaso ou uma armação oca, e produz som quando percutido. Esse som é produzido pela vibração da membrana(pele), classificando-o assim como membranofone, dentro de uma larga categoria de instrumentos de percussão”, diz o maior site de instrumentos musicais nacional sobre a bateria.
 Bumbo, prato, pedal, baqueta, barulho. Muito barulho!

Quem nunca vibrou com as batidas finais de uma música? Quem não balança a cabeça com as batidas dos bumbos? Quem nunca quis pegar uma baqueta no fim do show?

Diferentes sensações são vividas pelo baterista em suas apresentações. Atrás dos músicos em um show, o baterista assiste o desenvolvimento da banda, e vê o público “bater cabeça” de acordo com o seu ritmo.

Um baterista de Heavy Metal, tem que ter resistência física porque o estilo requer força, velocidade e resistência. A bateria é quem carrega grande parte da sonoridade da banda. O baterista de uma banda de Metal, ou de qualquer outro estilo, deve estabelecer um entrosamento com os outros músicos, sem deixar perder qualquer passagem da música errada, porque uma vez que isso ocorre, o baterista é quem é o responsável por “descomplicar”, acertar e continuar o som.

John Bonham (Led Zeppelin) , Keith Moon (Who), Bill Bruford (Yes, King Crimson, Earthworks) e Ringo Starr (Beatles), são um dos nomes mais influentes para os bateristas que nascem hoje. As performances desses músicos incentivaram grandes bandas e nomearam grandes outros bateristas em bandas de Metal, ou qualquer outro estilo.

A bateria se tornou algo tão curioso, que os bateristas hoje, além de tocarem em bandas, realizam workshops e lotam eventos como esses. Para muitos profissionais, a bateria é talvez o instrumento que melhor possibilite extravasar as energias. “Seja num ensaio ou até num show, tocar batera dá para liberar muita coisa ruim dentro de você”, diz o baterista Guilherme Mitre da banda de heavy metal mineira, Rosa Ígnea, e que toca bateria desde os 15 anos de idade.

Eloy Casagrande é o baterista que hoje toca com a banda de André Matos (ex-Shaman). Para ele, o baterista dá o peso e a pulsação  para a banda de metal.

Muitos bateristas definem o amor pelo instrumento como algo divino, ou um talento que já está na pessoa desde o dia em que começa a ouvir música. Tanto, que  para a maioria das bandas que nascem hoje, a maior dificuldade para tornar o som profissional, é encontrar um baterista bom, competente, e que ame realmente o que faz.

Grande é a força, forte são os ouvidos, e infinita é a curiosidade de conhecer e olhar a fundo o que está por trás de tanto barulho. A certeza, é que a ‘‘bate-cabeça’’, seria impossível sem o “bate-baqueta”!

Nota: Para a produção desse artigo, foram pesquisados sites especializados em bateria, e em portais de referências para grandes bateristas. Foram entrevistados: Guilherme Mitre do Rosa Ígnea, e Eloy Casagrande, que hoje toca na banda de André Matos.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Músicos Famosos em fotos do tempo da escola



Avril Lavigne
avrillavigne
Gene Simmons
genesimmons
Eminem
eminem

Tina Turnertinaturner
Benji Madden
benjimadden
Steven Tyler
steventyler
Marilyn Manson
marilynmanson
Madonna
madonna
Jim Morrison
jimmorrison
Prince
prince
Lil Jon
liljon

terça-feira, 29 de maio de 2012

Pro Tools


Tags: 

Dez mandamentos para utilizar o Pro Tools

Publicado em 30 Maio 2012 por Beto Nascimento

Banner Pro Class

Para utilizar o Pro Tools com o mínimo de tranquilidade, é importante estar em dia com algumas recomendações da própria Avid. Neste breve artigo, também adicionei algumas impressões pessoais de equívocos comuns que deveriam ser evitados para a utilização mais consistente do software.
1 – Não utilizar o software sem antes fazer os ajustes recomendados pela Avid:
A Avid tem um passo-a-passo (chamados de optmization guides) de como ajustar o seu Pc ou Mac para um melhor rendimento. Acompanhe no link abaixo.

2 – Não operar sem conhecer os atalhos básicos:
Zoom IN/OUT = letras R e T
Intercambiar entre Janelas de Edição e Mix = Crtl/Command + “igual”.
Play e Stop = Barra de espaço
Rebobinar = Enter
Gravar = F12 ou Crtl/Command + barra de espaço ou 3 no teclado numérico.
Fazer uma ação com todos os tracks = faça com o Alt/option apertado
3 – Manter o HD desfragmentado, mesmo no Mac:
No windows, recomendo utilizar o Defraggler (www.defraggler.com).
No Mac, experimente o iDefrag (http://www.coriolis-systems.com/iDefrag.php).
4 – Evite utilizar o vídeo track visualizando frames (thumbnails):
Utilizando a visualização em blocks geralmente é o suficiente, e alivia o processamento de vídeo.
5 – Não utilizar todos os processadores no Playback Engine sem necessidade:
Em Setup > Playback Engine existe um campo chamado “Host Processors”, que erroneamente muitos costumam colocar no máximo. O problema é que isso pode afetar automações, processamento de vídeo e outros softwares rodando em paralelo via Rewire. Só utilize no máximo quando estiver encontrando erros persistentes que estejam ligados ao processamento RTAS.
6 – Evitar atualizações de sistema, a não ser quando recomendado pela Avid:
Uma corrente diz que é importante sempre estar atualizado. Outra corrente diz que se tudo está funcionando, é melhor não mexer. A Avid recomenda que se evite atualizar o sistema (Mac OS e Windows), mas esteja sempre atualizado com as correções das versões do Pro Tools disponibilizadas gratuitamente.
7 – Não gravar no disco de sistema:
A Avid não suporta oficialmente sessões que estão rodando no disco de sistema. Tenha sempre um disco adicional, seja interno ou externo se quiser estar dentro das recomendações mínimas.
8 – Aprender a diferença entre ticks e samples:
Muitas funções dependem de um bom entendimento desse sistema. Ticks é chamado de tempo relativo e está ligado ao tempo musical. Samples é o tempo absoluto que está ligado aos minutos e segundos. Se quiser ser um bom editor, aprofunde-se no conceito de bases de tempo.
9 – Reconhecer a diferença entre Save, Save as e Save copy in.
Para cada um dos casos, existe uma recomendação.
Utilize Save para salvar sua sessão atual.
Já o Save As, salva o arquivo ptf com outro nome mas continua compartilhando os dados da outra sessão. Utilize para salvar várias versões do mesmo projeto.
Já no Save copy in, é possível criar uma nova sessão completamente independente. É um ótimo comando para obter um backup limpo.
10 – Para posicionar o cursor, clicar sempre na régua de tempo:
É possível posicionar o cursor clicando em qualquer track se estiver usando a ferramenta de seleção. Já com o trim, ou grabber, o cursor não será posicionado e você pode acabar fazendo besteiras muito grandes ao clicar em um track. É muito melhor se acostumar a clicar na régua de tempo na parte superior da tela do programa, pois evita qualquer tipo de acidente e funciona com todas as ferramentas de edição.

Tags: 

Automatic Delay Compensation no Pro Tools 9

Publicado em 06 julho 2011 por Cristiano Moura
Uma das funções mais requisitadas dos últimos tempos pelos usuários do Pro Tools LEé em relação à implementação do ADC, que significa Automatic Delay Compensation. Uma tarefa relativamente fácil para a equipe técnica da Avid, pois esse sistema já existia para Pro Tools HD faz algum tempo.
Muitos nem sabiam muito bem para que servia, mas é aquela coisa… se o “vizinho” tem, eu também quero ter. E era mais ou menos essa a sensação, pois esta ferramenta já é encontrada no Cubase, Nuendo, Logic e Sonar. Então, vamos falar neste artigo um pouco sobre a importância dessa função, agora disponível no Pro Tools 9.
De onde vem o delay que precisa ser compensado?
Ao inserir um plug-in em qualquer track, um pequeno intervalo de tempo é necessário para se processar o áudio. Esse intervalo de tempo resulta em um atraso no áudio a ser produzido, resultando em delay.
Por que o ADC, que existia faz tempo no Pro Tools HD, demorou tanto para implementar no Pro Tools LE?
Os plug-ins RTAS são processados pela CPU do computador, e poucos são os que geram atraso na realidade. Já no Pro Tools HD, os plug-ins TDM são processados por uma placa DSP, que é ligada ao barramento PCI do computador, e esse tráfego entre a CPU e a placa PCI causa atrasos inaceitáveis.
Mesmo micro-atrasos de poucos milissegundos precisam ser compensados?
Sim, mesmo que não seja perceptível auditivamente, atrasos de poucos milissegundos são suficientes para causar cancelamentos de fase em instrumentos que foram captados com mais de um microfone.

Cancelamento de fase
Como saber quanto de atraso meu plug-in está causando?
Pelo menu view > mix window > delay compensation temos uma indicação, em samples, do atraso que a cadeia de plug-ins no insert está causando.
 
Acima, segue um vídeo desenvolvido para a ProClass, no qual demonstro o funcionamento geral do Delay Compensation e problemas que podem ocorrer por conta do atraso gerado por plug-ins.
Cristiano Moura é certificado pela Avid como Pro Tools Expert Music Certified Instructor e ministra cursos de Pro Tools, Sibelius e Mixagem na ProClass, no Rio de Janeiro.



Max Rosa Luthier



A arte da luthieria por gerações, foi tradicionalmente transmitida de mestre para aprendiz, em contato direto no mesmo local de trabalho, para que o aluno pudesse vivenciar as muitas etapas na fabricação de um instrumento.
Hoje esta arte está difundida através de vasta bibliografia, antes escassa, e a internet globalizou as experiências individuais, reunindo a metodologia de trabalho de luthiers de todo o mundo.
Meus primeiros passos na luthieria foram dados no curso de restauração que fiz com o luthier Vergílio Lima, por sua vez aluno do mestre Sugiyama, e ali tive o primeiro contato no trabalho fino com madeira, ferramentas, técnicas e vernizes.


Também no curso de luthieria em Demétrio Ribeiro/ES, ministrado pelo querido amigo luthier Luciano Borges, por duas vezes pude vivenciar as etapas da construção da viola caipira e violão clássico, e fazer tantas boas amizades com gente de todo o país que se interessa por esta arte.


Passado algum tempo, adquiri um violão de cordas de aço feito pelo amigo e luthier Rodrigo Moreira, e este belíssimo instrumento me trouxe especial interesse pela luthieria de violões de cordas de aço. Estava com o violão a poucos meses, então fui chamado a mostrá-lo a uma lenda viva da luthieria que esteve em Belo Horizonte.
Assim conheci o mestre Wayne Henderson, considerado um dos maiores luthiers do mundo, e por muitos, o mais talentoso dos Estados Unidos. Com sua grande habilidade manual, utiliza de um simples canivete pra fazer o que a maioria de nós luthiers fazemos com um formão! Estava em companhia de seu amigo inseparável, o luthier Don Wilson, e ambos elogiaram bastante o violão, mas Don deixou claro que se eu estivesse disposto a conhecer profundamente a essência do violão aço, teria que colocar as mãos e ouvidos em um autêntico violão Martin pré guerra, fabricado no final da década de 1930.

Não me contive. Meses depois estava voando para Rugby, Virginia, EUA, e no atelier de Wayne Henderson, tive a verdadeira honra não só de tocar estes violões fabulosos, que chegam a custar o preço de uma casa, mas também de construir um belíssimo modelo D-28 sob a supervisão de ambos, Wayne e Don, seguindo a mesma técnica aprendida dos artesãos que fizeram os violões Martin “pré guerra” se tornarem os melhores “cordas de aço” já feitos.


Após vários dias fazendo longos turnos de trabalho (que duravam até 15 horas por dia), trouxe de volta o violão construído, uma mala cheia de ferramentas e um livro intitulado: Clapton´s Guitar: Watching Wayne Henderson build the perfect instrument. O livro contava o dia a dia no atelier de Wayne na ocasião em que construiu o violão feito sob encomenda de Eric Clapton. Na contracapa, fui agraciado com a seguinte dedicatória:
“To Max. I have enjoyed working with you and getting to know you. You are a great luthier, hope you keep on. Very best wishes. Your friend, Wayne Henderson.”


Max Rosa, Wayne Henderson e Don Wilson

Alguns anos se passaram, e hoje, com mais experiência, tenho buscado colocar minha personalidade nos instrumentos. Agora trabalhando em um novo local totalmente dedicado ao ofício da luthieria, também estou em constante aperfeiçoamento no que diz respeito a ferramentas e máquinas adequadas para ter em mãos o que é necessário para construir instrumentos que superem as expectativas e atendam as necessidades particulares de cada músico.

Max Rosa

Bandas lendárias do Rock


O Rock é um estilo musical com várias faces, e por isso

nunca vai morrer, graças às lendas do rock.




rock é o estilo musical que mais causa rebuliços no mundo, graças às atitudes rebeldes de integrantes de bandas e dos seus fãs. Porém, ele é um estilo clássico, ou seja, que não morrerá jamais, apesar dele sofrer inúmeras influências e ter vários estilos, que vão desde o rock pop ao heavy metal. Por isso, relembre as bandas lendárias do rock que entraram tanto para a história do rock quanto para a história mundial.
A primeira banda de rock  a fazer sucesso mundial certamente foram os Beatles, de Liverpool, Inglaterra. John, Paul, George e Ringo começaram a carreira apresentando-se em bares de subúrbio, em troca de cerveja e, com muita batalha e talento, conseguiram chegar ao topo do mundo, com milhões de discos e CDs vendidos até hoje.
Os Beatles são famosos porque as suas músicas são contemporâneas em qualquer época. Ainda não houve uma banda que conseguisse passar por estilos tão diferentes, durante uma carreira. Eles começaram tocando músicas simples, o chamado “Iê-iê-iê”, até chegarem a músicas psicodélicas em “Revolver” e a mais introspectivas como nos álbuns “Let it Be” e “Abbey Road”. Infelizmente, após 10 anos de carreira, os Beatles se separaram, deixando muitas saudades entre os seus fãs.

318402 Relembre as bandas lendárias do rock 1 Relembre as bandas lendárias do Rock

Outra banda que entrou para a história do rock, por causa da inovação musical, foi o Led Zeppelin, que introduziu o som pesado advindo do blues rock. Segundo alguns críticos, eles foram os progenitores do heavy metal e do hard rock. As guitarras gritantes, a bateria pesada e o vocal inimitável de Robert Plant fazem dessa banda, um ícone para os roqueiros de todo o mundo, que sempre aprendem a tocar violão com a lendária “Stairway to Heaven”.

318402 Relembre as bandas lendárias do rock 2 Relembre as bandas lendárias do Rock

Ao mesmo tempo, o Pink Floyd vinha com uma proposta diferente da do Led: o psicodelismo e o progressivismo como forma de expressão. Músicas com letras surreais faziam parte do repertório inicial da banda. Com o passar do tempo, os integrantes do grupo começaram a entrar em uma fase mais séria, em que os seus discos se tornaram ícones da música mundial como o “Dark Side of the Moon”, conhecido como o melhor disco de todos os tempos e “The Wall”, uma ópera rock que foi transformada em filme. Então, com capas de discos surreais e shows muito bem elaborados, além de músicas inesquecíveis, o Pink Floyd se tornou uma das bandas mais influentes e comercialmente bem-sucedidas da história do rock, vendendo mais de 200 milhões de cópias em todo o planeta.

318402 Relembre as bandas lendárias do rock 3 Relembre as bandas lendárias do Rock

Em 1974, surge a lendária banda Ramones, precursora do movimento punk, que tinha na música, na vestimenta e no comportamento o seu estilo de vida. Enquanto bandas como Led Zeppelin e Pink Floyd faziam músicas cada vez mais elaboradas, na Inglaterra, os Ramones tocavam as suas músicas com apenas 3 acordes, voz irritante e bateria forte, nos Estados Unidos. Além do mais, eles usavam roupas características como coturnos, jaquetas de couro e calças pretas apertadas, que dominaram toda uma geração e alguns grupos ainda hoje.

318402 Relembre as bandas lendárias do rock 4 Relembre as bandas lendárias do Rock

Essas são apenas algumas das bandas lendárias do rock,  que mudaram a história da música e da sociedade. Por isso, mesmo que tenham acabado, continuam influenciando muitas pessoas que gostam da boa música mundo afora.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

U2 HISTÓRIA DA BANDA




escrito em terça 29 de maio de 2012 00:27


U2 é uma banda irlandesa de rock, formada no ano de 1976 e composta por Bono Vox (Paul David Hewson) como vocalista e guitarrista, The Edge (David Howell Evans) na guitarrapiano, voz e baixoAdam Clayton no baixo e guitarra; Larry Mullen Jr. na bateria.
Os U2 são uma das mais populares bandas de rock do mundo desde a década de 80. Os seus concertos são únicos e um verdadeiro festival de efeitos especiais. São uma das bandas que mais arrecadam anualmente.
Além da empreitada musical, eles são também conhecidos pela sua participação activa em causas políticas e de defesa dos direitos humanos, em especial o líder da banda, Bono Vox (ou Bono, como ele gosta de ser chamado). Bono tem participado activamente em várias campanhas e apelado a líderes do mundo todo afim de obter apoio na sua luta contra a fome e a miséria, sobretudo nos países mais pobres. Essa "obsessão" de Bono quase levou os U2 ao fim em tempos passados, por incomodar o resto dos membros do grupo, porém isso foi revertido e ele conta actualmente com o apoio destes na sua causa.

Formação

A banda foi formada em Dublin em 25 de Setembro de 1976Larry Mullen Jr., com apenas 14 anos, pôs um anúncio na escola à procura de músicos para uma nova banda. A resposta resultou num grupo de 5 elementos batizado de "Feedback", que incluía Mullen na bateriaAdam Claytonno baixo, Paul Hewson (Bono) (voz), Dave Evans (The Edge) na guitarra e o irmão de Dave, Dick, também na guitarra.
Após 18 meses de ensaios, os "Feedback" mudaram o nome para "The Hype". A banda tocou com este nome num concerto para a descoberta de novos talentos em Limerick na Irlanda em 17 de Março de 1978, tendo ganho o concurso. Jackie Haden, da "CBS Records", que fazia parte do júri, ficou impressionado com a banda, tendo-lhes dado a oportunidade de gravar a sua primeira demo.
O punk rocker de Dublin Steve Averill (mais conhecido como "Steve Rapid" dos "Radiators From Space") disse que os "The Hype" não prestavam, pelo menos no nome. Mais tarde, devido ao facto de a família de Adam ser muito ligada à aviação, Adam sugeriu um novo nome para a banda, U2 (Lockheed U-2, nome de um avião-espião utilizado pelos EUA durante a Guerra Fria que fora abatido pela URSS poucos dias antes do nascimento de Paul Hewson - Bono) que foi aceito e se tornou o nome oficial da banda até os dias de hoje.
Há quem sugira que o nome "U2" é baseado na filosofia do grupo, que acredita que a audiência faz parte da música e dos espectáculos e como tal "you too" ("Tu também") participa do espectáculo.
Dick saiu em Março de 1978, e a banda fez-lhe um concerto de despedida. Reduzidos a quatro elementos, lançaram o seu primeiro single em Setembro de 1979, "U2-3" de seu nome, que chegou ao topo das tabelas na Irlanda. Em Dezembro desse ano rumaram a Londres para realizar os seus primeiros concertos fora da Irlanda, não tendo conseguido grande atenção do público ou da crítica.

Discografia

Álbuns de Estúdio
Coletânias e Álbuns Ao Vivo